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Disrupção digital: a transformação tecnológica atual

O conceito de disrupção digital invadiu o mundo das empresas. Novas tecnologias evoluíram a uma velocidade vertiginosa. Big data, nuvem, realidade virtual, IoT, RR. SS., Hyperconnectivity… Os modelos de negócios mudaram a sua estrutura e modificaram a forma como as empresas são organizadas. Parece que há apenas duas opções: adaptar ou desaparecer.

O que é disrupção digital?

Fundamentalmente, fala-se de uma mudança irreversível que afeta o modelo tradicional de negócios. A organização empresarial foi abalada pelas possibilidades oferecidas pelas novas tecnologias.

“É necessária uma mudança de mentalidade que permita um modelo organizacional mais inovador. Mas muitos líderes empresariais vivem em estado de alerta”.

Até mesmo os produtos e serviços são variados. Da mesma forma que são diversas, as relações com os clientes, a maneira de trabalhar com fornecedores ou a maneira de fazer negócios.

Aceitar uma mudança global

É uma transformação global. Mas abordar o fato de que as empresas devem empreender o seu processo de digitalização é apenas o primeiro passo. No entanto, deve ser encarado por todos, desde grandes multinacionais até aos novos modelos de negócios.

Um exemplo muito óbvio e concreto pode ser visto com o aparecimento das startups. Estas souberam tornar a noção de tecnologia disruptiva própria. Encontraram novos nichos de mercado e ofereceram serviços nos setores cada vez mais especializados.

A mudança da mentalidade empresarial

A transformação global força as empresas a aceitar o fim do modelo tradicional. A procura agora está focada nas pessoas que devem dirigir e integrar as empresas. É necessário que passem por uma transformação mental de acordo com os novos tempos.

Para os estudiosos do fenómeno, a chave são as pessoas. São as pessoas que devem defender a mudança. Este é o caminho para transformar o conhecimento, assumir o empreendedorismo e aplicar as TIC.

É necessária uma mudança de mentalidade que permita um modelo organizacional mais inovador. Assim, tudo incidirá nos mercados. Não obstante, é lógico que muitos líderes da gestão de Recursos Humanos vivam em estado de alerta.

A posição dos líderes antes do processo disruptivo

A disrupção digital exige uma mudança de mentalidade e uma análise profunda dos elementos que afetam o processo de negócios. Entre gestores e diretores, a emoção de enfrentar os novos desafios e o medo de um futuro incerto coexistem em partes iguais. Mas o processo de digitalização é absolutamente necessário.

A necessidade de analisar fatores influentes

Os membros de uma equipa observam com detalhe que empresas podem desencadear o processo de ruptura e prever quais são os negócios com os quais devem estabelecer relações. Ao mesmo tempo, estão a trabalhar para implementar o ambiente digital.

“De acordo com um estudo recente, em menos de cinco anos, mais de 50% das empresas atuais vão abandonar o mercado”.

No entanto, um CEO deve perguntar a si próprio se isso é suficiente. Não se pode focar a atenção nas empresas que causam disrupção no momento. Um estudo recente afirma que, em menos de cinco anos, mais de 50% das empresas atuais vão abandonar o mercado.

Onde o foco deve ser colocado

Não é uma boa ideia confrontar o processo disruptivo como algo específico que afeta o presente. É necessário ir mais além. As empresas devem ampliar o foco; prevenir o futuro para que este traga outros elementos capazes de produzir uma nova ruptura.

Este é o diálogo realizado hoje por muitas equipas de gestão. A ruptura digital força o desenvolvimento de um campo de visão mais profundo. Talvez o mais acertado seja perceber qual é a natureza da transformação digital e porque influencia o próprio negócio.

Analisar amplamente

Como as mudanças virtuais do futuro não podem ser previstas, será necessário regressar à origem. A equipa deve ter muito claros os motores da oferta e da procura. Não se pode perder de vista a forma como os mercados funcionam e respondem. Esta é a fórmula para lançar alguma atenção sobre os princípios do processo disruptivo e em que condições este ocorre.

Esta análise permitirá que os líderes das empresas disponham de elementos que revelem, antecipadamente, o grau de exposição do negócio. Tornando possível avaliar que tipos de ameaças e oportunidades atingem a empresa e como localizar os pontos básicos da disrupção digital. Com este procedimento, é possível ter indicadores que detectam a urgência das ações para controlar essas ameaças e aproveitar as oportunidades.

Aceitar e aproveitar as mudanças na transformação digital

Os empreendedores devem aceitar o processo disruptivo como um fator sem retorno. É um paradigma que irá forçar uma adaptação constante. O mais sensato será aprender a descobrir todas as conjunturas e os modelos de negócio oferecidos pela economia digital.

Os mercados mudaram, bem como a forma de entrarmos neles. O mesmo é válido para a concorrência. Para os clientes. Para os fornecedores, parceiros, e para a sociedade em geral. Bem-vindos ao mundo digital. Um mundo de oportunidades.

Com este panorama, ter uma audiência massiva passou à história. A novidade está na pesquisa constante para encontrar novos mercados e satisfazer as necessidades de um público cada vez mais segmentado. Isto obriga à especialização.

A melhor referência são as startups ou o uso de campanhas de marketing baseadas em medidas de growth hacking. A inovação é vital num ambiente disruptivo e deve satisfazer o novo modelo de consumidor.

“Entre gestores e diretores, a emoção de enfrentar novos desafios e o medo do futuro incerto, coexistem em partes iguais.

O cliente é agora o centro de toda a estratégia. É hiperconectado, sabe como as redes funcionam e odeia publicidade agressiva. Tornou-se num dos pilares para a tomada de decisão de um negócio.

Para sobreviver à indústria 4.0 é necessário antecipar o futuro e adotar novas estruturas e reações mais ágeis que satisfaçam o utilizador e o vinculem à marca.

É claro que não é apenas a tecnologia digital. Devemos adaptar-nos aos novos sistemas de distribuição e implementar os canais que o utilizador exige. O valor agregado, a criação de marca e a criatividade serão fundamentais para enfrentar a disrupção digital. Gestores e diretores devem liderar uma equipa preparada para a mudança.

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