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E-commerce: Internacionalização e Competitividade

A tendência de ontem transforma-se na inevitável realidade de hoje – é este um lato enquadramento económico de todas as vantagens que o e-commerce pode agora, e de forma urgente, oferecer. A perspetiva através da qual observamos o impacto das atuais circunstâncias pode, em larguíssima escala, contribuir para uma outra direção – mais plena de visão estratégica e sentido de oportunidade.

Poucas dúvidas restam de que o comércio digital é, porventura, a maior oportunidade de negócio da nossa contemporaneidade.

Transição para o digital

Da transição para o digital poderá mesmo vir a depender a sobrevivência de empresas demasiado dependentes de modelos económicos mais tradicionais. Em breve colocar-se-ão questões difíceis de silenciar relacionadas com a preparação para os futuros mercados digitais e modelos de consumo assentes no consumidor que, também ele, é digital. Estes serão, inevitavelmente, cenários cada vez mais generalizados e globais.

Quando falamos de e-commerce falamos de conetividade, de conforto, de uma modificação na forma como se trabalha e, em última análise, numa transição do tipo de consumidor que procura um determino serviço e/ou produto, e até do próprio mercado na medida em que a compra se transforma em digital – na generalidade, falamos pois de alterações profundas dos padrões de consumo, considera Roberto Marques, responsável pela Direção Comercial do Sector das TIC na AICEP.

Da transição para o digital poderá mesmo vir a depender a sobrevivência de empresas demasiado dependentes de modelos económicos mais tradicionais

Podemos constatar que existem três principais vetores de sucesso na operacionalização do comércio eletrónico: garantir uma experiência de consumo simples e intuitiva, basear a mesma numa perspetiva holística com uma visão 360º do consumidor e, por fim, pensamento global: pensar por exemplo necessidades de cadeia logística e de abastecimento, recursos humanos – destaques de Sérgio Órfão, CX Client Partner na Oracle.

Capacidade de resposta

Garantir a capacidade de resposta ao repto imenso a que se propõe o e-commerce é, em si, o grande desafio – para o cumprir é absolutamente necessário um ecossistema progressivamente amplo que abarque a integração dos serviços disponibilizados de forma a agilizar processos.

Quando falamos de e-commerce falamos de conetividade, de conforto, de uma modificação na forma como se trabalha

No exercício de pensar o digital e o e-commerce é vital considerar o esbatimento de diferenças de consumo entre modelos de negócio B2B e B2C, a modificação dos hábitos de compra dos consumidores e também a introdução de facilitadores inovadores, de que é exemplo a venda digitalmente assistida.

Desafios de Futuro para o e-commerce

Contudo a discussão não passa tão somente pela operacionalização de ferramentas digitais, mas também pela compreensão de que o digital é uma oportunidade de negócio além-fronteiras. A expansão para outros mercados de negócio pode representar um incentivo extra para a implementação do comércio digital, ainda que acarretando desafios adicionais.

Pensar internacional é pensar em estruturação de várias vertentes de negócio como sejam a avaliação de investimento necessário, o moldar conteúdo digital à imagem dos mercados onde a introdução é desejável, garantir estrutura logística capaz.

O Ciclo Desafios do E-commerce, promovido pela APD Portugal, procurou desmistificar os grandes obstáculos à integração de um modelo de negócio digital e abordar estas e outras interrogações cada vez mais atuais. Reveja os eventos aqui.

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